sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Rotary promove vacinação contra poliomielite em cidades do interior do Rio



Vacinação começou nesta quinta-feira (1°) e vai até o fim do mês nos postos de saúdes de cada cidade.

O Distrito 4751 do Rotary Internacional promove a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite, que é uma doença altamente infecciosa e afeta principalmente as crianças menores de cinco anos. A vacinação acontece nas cidades do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

O objetivo é aumentar coberturas vacinais para evitar a reintrodução da doença. A vacinação começou nesta quinta-feira (1°) e vai até o fim do mês e os pontos para vacinar são os postos de saúde das cidades.

O Rotary é uma comunidade internacional que reúne líderes para superar grandes desafios, local e globalmente. O Distrito 4751 engloba os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Segundo o Rotary, junto com parceiros, ajudaram a imunizar mais de 2,5 bilhões de crianças contra a paralisia infantil em 122 países, representando uma redução de 99,9% no número de casos mundiais.

"Embora não haja cura, a pólio pode ser prevenida pela vacina", disse Carlos Roberto, de Campos dos Goytacazes.
O vírus da pólio, geralmente contraído pela ingestão de água contaminada, ataca o sistema nervoso e pode levar à paralisia. Embora não haja cura, a pólio pode ser prevenida pela vacina.

"Sou de uma geração que viveu os anos aterrorizantes da pólio. Quando soube que estamos tão próximos do fim da paralisia infantil, decidi colaborar. Não é sempre que conseguimos fazer algo tão extraordinário como eliminar uma doença", ressaltou Roberval Santana, de Bom Jesus do Itabapoana.

A luta para eliminar a pólio é liderada pela Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI), integrada pelo Rotary International, Unicef, Centro Norte-Americano de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundação Bill e Melinda Gates, governos mundiais e diversos apoiadores.

"Enquanto não eliminarmos a pólio completamente, toda criança correrá o risco de contraí-la", falou, Maria Luzia Amaral, de Itaperuna.

Fonte: G1. 
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