Repórter Vinícius Pereira 



O trabalho começou pelas primeiras horas da manhã na Orla da Prainha em Arraial do Cabo. As 31 barracas que deram lugar aos quiosques já foram demolidos em outra ação realizada pela prefeitura de Arraial do Cabo, começaram a ser retirados com o auxílio de caminhões e tratores cedidos pelo executivo municipal nesta quinta-feira (20). 

 

No chão o material de trabalho de dezenas de famílias cabistas. Tudo deve ser retirado, inclusive as mesas  e cadeiras que ocupam a areia da Prainha. O trabalho é acompanhado pela Guarda Municipal, Polícia Militar e Agentes Ambientais. 

 

O material está sendo levado para locais designados pelos próprios donos dos quiosques. Não há uma previsão para que as famílias que estão deixando hoje o local, voltem a trabalhar na Praia. 

 

De acordo com o MPF retirada é em função do descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado durante o governo passado. A partir do acordo, a construção de quiosques sobre decks de madeira devem ser recuados ao máximo da faixa de areia e da vegetação de restinga. Para isso, é necessário solicitar prévio licenciamento ambiental e sinalizar as áreas de desenvolvimento da atividade de pesca tradicional. 

 

O termo prevê ainda que a cessão de uma parte da orla aos pescadores tradicionais para utilização exclusiva nas atividades típicas de pesca, como forma de resguardar o sustento da população. Segundo o MPF, as atividades serão definidas pela chefia da reserva extrativista e pela colônia de pescadores de Arraial do Cabo no prazo máximo de 60 dias a partir do término das obras de requalificação da orla da prainha.

Em nota publicada em sua página nas redes sociais o prefeito de Arraial do Cabo, Renatinho Vianna, disse que a situação chegou a esse patamar em função de falhas referente à gestão anterior. 

 

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  1. Uma sacanagem com os quiosqueiros e nós turistas. Pq ñ revitalizam? Fazem padrão igual em praia grande e dos anjos?

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